Ao Meu Redor

‘Segura na mão de Deus e vai!’

Dezembro 18, 2008 · Deixe um comentário

Taí uma boa frase quando a gente não quer fazer algo mas tem que fazê-lo.

Não tá querendo ir ao ensaio da sua formatura? Segura na mão de Deus e vai!

Não quer lavar a louça, arrumar a cama? Segura na mão de Deus e vai!

Tá com preguiça de pôr seus sentimentos no papel? Segura na mão de Deus e vai!

Mas a questão que ficou é: será que Deus tem taaaantas mãos assim, pra tanta gente?

Ah, se não tiver tudo bem… segura na mão dele e vai! =)

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Comissário de bordo, oi?

Dezembro 15, 2008 · Deixe um comentário

Ontem, sábado, à tarde. Super foi ao shopping comprar o traje pra formatura da semana que vem.

E, eu admito, é tãão lindo. *.*

Fiquei parecendo um comissário de bordo. Mas um comissário de bordo bonitinho e com cara de bonzinho, e isso é que conta. =))

BTW: Tá chegando a formatura! :O  (8) Sei que nada será como antes, amanhããã… (8)

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Sol me despreza

Dezembro 15, 2008 · Deixe um comentário

Ok, a culpa não é dele pela minha brancura Ace-todo-branco-fosse-assim. Mas assim, precisava me avacalhar a ponte de eu ficar vermelho camarão dos ombros até a cintura?

Enfim. Mas o dia até que foi legal. Derrapei em várias rampas molhadas. Engoli água, aspirei água [tá, isso não é divertido =/]. Piscina térmica, piscina com ondinhas. Comilança a lot, sure.

Na verrdade, foi até mais legal do que eu imaginava. Descobri babados super certos que nem Vanesson saberia, hihi.

Bjomemandahidratantesdepresente.

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Passou, passará

Dezembro 12, 2008 · Deixe um comentário

Era má fase. E eu não guardo rancor. Desejo o bem de todos –  uns mais, uns menos, mas desejo o bem a todos. A outros, eu até desejo o bem, mas longe de mim. É meio mágoa mesmo. Mas eu me permito ter mágoas e rancores desde que eles não me dominem.

Tudo muito corrido. É ansiedade, é dúvida, é alívio e é dor, tudo ao mesmo tempo. É na  soma do tempo perdido que eu vejo a felicidade gratuita, sem gosto de nada. Nem gosto de festa, nem gosto de remédio. Nem amargo nem doce. Como a água, essa felicidade era insípida e inodora. Era felicidade morta. Irresistivelmente morta.

Enquanto eu termino essa viagem, se abrem as estradas pra novos caminhos. Qual deles escolher? O mais óbvio, ou surpreendente ou o insensato? Qual deles me trará a felicidade? Creio que só saberei no futuro. A dúvida está aí, já não pode mais esperar. Chega de titubear tanto em frente às dúvidas. Essa indecisão é um prazer mórbido, uma coisa sem sentido.

Perdoar o passado, concentrar no presente e orar pelo futuro. É essa a receita? Então que assim seja.

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É?

Dezembro 12, 2008 · Deixe um comentário

<a href=”http://www.myheritage.com/collage” title=”MyHeritage – árvores genealógicas gratuitas, genealogia e tecnologia de reconhecimento facial” alt=”MyHeritage – árvores genealógicas gratuitas, genealogia e tecnologia de reconhecimento facial” target=”_blank”><img src=”http://storage.myheritagefiles.com/O/storage/site1/files/32/20/32/322032_1292564d6814942r85ez17.JPG” width=”500″ height=”574″ border=”0″ ></a>

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Desiludir é libertar

Dezembro 7, 2008 · Deixe um comentário

As vezes, aquele balde de água fria, aquela desilusão amarga, aquelas surpresas desprezivelmente desagradavéis têm suas utilidades.

Sim, porque quando me desiludo, sofro, claro, mas também me liberto pra novas experiências. Frustração não motiva nem acomoda, mas quebrou o último vínculo que eu tinha com o povo daqui. Apesar de tudo, agora estou pronto pra conhecer outros lugares, outras pessoas. E, na pior das hipóteses, eu viajo pra longe pra me encontrar.

Pra ser feliz vale quase tudo, e eu preciso me encontrar. Longe ou perto, ou vai ou racha. Essa sensação de que não há lugar no mundo pra mim é doída por demais. Nesse mundão de Meu Deus, eu hei de encontrar o meu espaço, a minha gente, ou ao menos, a mim mesmo. E que assim seja.

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Pra virar a página

Dezembro 7, 2008 · Deixe um comentário

Meus últimos versos praquele alguém. Pelo menos, assim eu espero.

Sem mais delongas, aqui vai:

 AMOR E ÁGUA

Todos os meus rios deságuam no teu mar
Mas não é ali o seu destino final
Assim como não é você o derradeiro penhasco de onde cai o meu amor

O amor e água, afinal, têm dessas coisas
Ambos seguem rumos tão tortuosos que se perdem de meus olhos
E como o mar não é o final de tudo, as minhas águas vão parar no oceano
E meu amor por ti dá a volta, e chega em paz ao universo
Pra ele me devolver tudo de novo
Meus rios e meu amor

Com os rios eu me banhei em tua homenagem
Com o amor, escrevi esses versos
Versos de amor e água
Porque o amor e água tem dessas coisas
Essas parecências, essa perenidade bestial, ilusória

Não dizem que a água está acabando?
Então pelo menos que me sobre o amor
Que eu já me satisfaço
E se for o teu, então
Aí me despedaço, me afogo em tamanha alegria
Me afogo nos rios e no amor
Nos meus rios, no teu amor
Pra morrer em paz.

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Ai, ai…

Dezembro 2, 2008 · Deixe um comentário

Ok. Tudo indo bem. Colégio vai bem. Saúde vai bem. Até os ‘casos de família in real time’ vão bem.

Mas tem algo aqui dentro que não vai bem. É meio angústia, um pouco de ansiedade, muita pressão. Confuso, enfim. Recomeçar nunca é fácil, ainda mais pra quem não tem experiência de estrada.

Mas que jeito, não é mesmo minha gente? Não sei bem o quê, nem quando ou onde, mas eu vou seguir por aí, fazer algo da vida. Porque do jeito que tá, definitivamente, não dá.

E seguimos com o intervalo comercial…

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Novembro 30, 2008 · Deixe um comentário

ME PERDOA POR EU TE AMAR

Me perdoa
Pra ficarmos quites
Eu te perdôo, você me perdoa
E a gente finge que tudo fica em paz

Mesmo não estando
Mesmo eu te amando cegamente
Amando sem razão
Sem motivos, não fosse o fato de eu te amar

Me ensina, ao menos,
O que fazer com o que sinto
Virar a cara pra você na rua?
Fingir intimidade e chegar junto?
Ou olhar de longe, só contemplar?
Te querer bem em silêncio?

Me ensina a te esquecer
A me libertar da pena de te amar
Do castigo que é te ver feliz nos braços de outro alguém
De te ver seguindo em frente e quebrando a cara
Enquanto eu te protegeria das tormentas

E não me diga que sou invejoso
Eu não o sou, tenho certeza
Eu só queria te fazer feliz
Mesmo você já sendo
Porque sempre se pode ficar mais feliz
Mais protegido, mais aquecido, mais amado
E você merece isso tudo
Merece o meu amor
Só que eu não te mereço

E nesse impasse,
Nessa pedra colocada no caminho
Eu me sento, me coloco a esperar
A vida toda, se um dia precisar eu estou aqui
Sempre na estrada de volta
Sempre aqui

Mas você não vem
E, quanto vem, nem me olha
Não é possível que não saiba
Se não sabe, eu te grito:
Te amo, e tenho esperanças!

Eu, esse mar de indecisões, tenho um plano traçado pra nós
Mas você me diz que não,
Coloca o plano na lata do lixo
Ao se entregar pra outro
Injusto!

Tomara que quebre a cara
Pra eu depois te consolar
Vê que plano maquiavélico já tracei?
Tudo por ti, tudo por nós
Tudo que vale nada, que se confunde

Trem que ficou à sombra da partida
À sombra da felicidade
Sombras que tomam o amor e o pintam de preto
Mas não me deixam de te esquecer
Um dia, nunca

E eu guardo todo meu sentimento no bolso
E tento nisso não me afogar
A vingança me toma e quem eu quero afogar é você!
Mas eu morreria tragado pelas águas
Só pra te salvar de mim mesmo
Isso sim que é o que chamam de amor
E eu não peço perdão por isso.

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Pieguice – Level Not Found

Novembro 25, 2008 · Deixe um comentário

 

PELO TEMPO QUE PASSA

 

Eu não quero mais ter esperança

Não.

Esperança dói,

É expectativa pintada de novo e que dói como sempre

 

Amor esperançoso é o pior que existe

É pior do que desilusão

Iludir-se é mil vezes mais fácil que perder a fé

A fé em ser amado, em não sentir-se tão errado

A esperança torta, rota, inválida, de, quem sabe, ser querido

 

Mas, por algum sadismo divino, o que mais corre por meu sangue é esperança

Chega, pára, eu não quero mais sofrer

Sai de mim, amor errado

Sai de uma vez

Me ensina a seguir os caminhos da vida solitária em paz

 

Me ensina a não sofrer calado

Em não deixar transparecer o meu amor escancarado

Minha admiração velada, meu sonho

Minha música de notas mudas

Meu romance que ninguém viveu

Poesia que rima e não rima

Que se repete, que se completa

E que só me faz externar internamente

Essa paixão flutuantemente sólida

Mas errada, tortuosa

E, ainda sim, esperançosa.

 

Vém,

Me enfraquece com meus impulsos febris

Com meu sonho dourado

Vida feliz, cheia de amor e riqueza

Vida simples, sem projetos nem amanhãs

Felicidade em aproveitar as manhãs

Somente em tua companhia

 

Sonho bom que a vida interrompe

E me faz trocar por versos em vão

Ou vez ou outra perfeitos

Mas sempre tua homenagem

Minha inspiração e glória

Que, banhando-se em tamanha perfeição,

Nem consegue me ver direito

Mas, mesmo assim,

Ainda me cede seus olhos de guia

Rumo ao sonho anterior

Rumo à tua proteção,

Ao teu lado.

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